Era fim de tarde. Fim mesmo. O sol se punha, constrangido, tingindo de rosa o firmamento com uma luz que aos poucos se exauria. A iluminação rosada deixava um ar pesado e delirante, triste. E lá vinha ele, aquele homem caminhando calmamente. Não era muito velho, mas parecia cansado, como se carregasse uma bagagem de vida imensurável. Vinha de cabeça baixa, olhos semicerrados, maõs nos bolsos. Recordava das brincadeiras de infância no parque, rua, risos. A sina humana, viver sempre a olhar para trás.
Foi sentar-se no ipê do canto, perto da grade. Era distante, vazio e coberto de folhas secas; Eram, o local e o homem. A tarde morna de domingo que sempre trás aquele ar depressivo. Sobriedade, melancolia. Acendeu um cigarro. Tragou, soltou e sentou-se.
Fitou as nuvens, pensativo. Pôs a mão no bolso e de lá tirou uma arma. Olhou para ela, ela olhou pra ele. Soltou um riso tenso e encostou o cano na cabeça. Bang! Uma revoada de pássaros assustados. Caiu de lado, inerte, regando a grama com sua vida. O sol agora se fora, deixando apenas uma fita púrpura no horizonte. O vento soprou frio. O homem jazia no chão com um sorriso sarcástico distorcendo os lábios. "Fodam-se, agora vou ser livre.", foi o que pensara quando riu. Enfim, liberdade, liberdade.
Sente-se! Vamos tomar uma xícara de café, comer uma bela fatia de torta alemã e jogar papo-fora, que tal?
terça-feira, 21 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Toutes les couleurs
Era uma vez, numa dimensão diferente e num tempo diferente, um planeta diferente.
Era um planeta colorido, onde os animais eram gays, os homens eram gays e as mulheres eram gays.
E você via: Homem com homem, mulher com mulher, leão com leão. Abelha com abelha, mosquito e mosquito, zangão com zangão.
Mas certa vez um homem estranho, muito estranho, se apaixonou por uma mulher tão estranha quanto, que por culpa do acaso, também se apaixonou por ele.
Eles começaram à namorar mas não se beijavam em público para não assustar o público.
Eles tinham medo do que poderiam dizer se vissem um homem beijando uma mulher.
Aquele homem tinha muito medo de assumir, até p'ros pais, que era hetero.
Imagina só se gritassem na rua "Olha o macho, olha o macho!", seria uma vergonha.
Então um dia ele pegou uma arma e se matou.
Foi enterrado como gay, caixão com purpurina, terno rosa e batom, mas era hetero.
E a namorada dele? Bom, se jogou da ponte. Enterrada como lésbica, numa caixa de sapatos.
Era um planeta colorido, onde os animais eram gays, os homens eram gays e as mulheres eram gays.
E você via: Homem com homem, mulher com mulher, leão com leão. Abelha com abelha, mosquito e mosquito, zangão com zangão.
Mas certa vez um homem estranho, muito estranho, se apaixonou por uma mulher tão estranha quanto, que por culpa do acaso, também se apaixonou por ele.
Eles começaram à namorar mas não se beijavam em público para não assustar o público.
Eles tinham medo do que poderiam dizer se vissem um homem beijando uma mulher.
Aquele homem tinha muito medo de assumir, até p'ros pais, que era hetero.
Imagina só se gritassem na rua "Olha o macho, olha o macho!", seria uma vergonha.
Então um dia ele pegou uma arma e se matou.
Foi enterrado como gay, caixão com purpurina, terno rosa e batom, mas era hetero.
E a namorada dele? Bom, se jogou da ponte. Enterrada como lésbica, numa caixa de sapatos.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ode ao egocentrismo
E ela é tão linda!
Quando fica à me olhar
daquele jeito.
E quando me aproximo,
suave,
e ela se aproxima,
suave,
mão com mão,
meus lábios nos dela...
E a forma que ela sorri,
que chora quando choro,
e acorda de manhã
com os cabelos desgrenhados,
mesmo assim tão linda!
Ah, como é linda
a pessoa em meu espelho!
(Ah como é lindo
o espelho em mim!)
[Matt Looford]
Quando fica à me olhar
daquele jeito.
E quando me aproximo,
suave,
e ela se aproxima,
suave,
mão com mão,
meus lábios nos dela...
E a forma que ela sorri,
que chora quando choro,
e acorda de manhã
com os cabelos desgrenhados,
mesmo assim tão linda!
Ah, como é linda
a pessoa em meu espelho!
(Ah como é lindo
o espelho em mim!)
[Matt Looford]
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Post da Sexta-feira 13
Uuuuh, sexta-feira treze, que medo. Bom, Acabou. Editei esse post. Volte sempre.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Millôr Fernandes
Andei lendo por esses dias algumas coisas de Millôr Fernandes e o achei simplesmente genial. Frases, "argh", indescritíveis:
"Dizem que quando o Criador criou o homem, os animais todos em volta não caíram na gargalhada apenas por uma questão de respeito."
"Quem alisa meus cabelos?
Quem me tira o paletó?
Quem, à noite, antes do sono,
acarinha meu corpo cansado?
Quem cuida da minha roupa?
Quem me vê sempre nos sonhos?
Quem pensa que sou o rei desta pobre criação?
Quem nunca se aborrece de ouvir minha voz?
Quem paga meu cinema, seja de dia ou de noite?
Quem calça meus sapatos e acha meus pés tão lindos?
Eu mesmo."
"A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades."
"Diga-me com quem andas e dir-te-ei [que língua, a nossa!] quem és. Pois é: Judas andava com Cristo. Cristo andava com Judas"
"O capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O socialismo é o contrário."
"Sim, do mundo nada se leva. Mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus."
"Não ter vaidades é a maior de todas."
Bom, era só isso mesmo. Vou pensar em algo decente para postar da próxima vez, prometo a vocês. Talvez alguma composição minha. Enfim, até a próxima :*
"Dizem que quando o Criador criou o homem, os animais todos em volta não caíram na gargalhada apenas por uma questão de respeito."
"Quem alisa meus cabelos?
Quem me tira o paletó?
Quem, à noite, antes do sono,
acarinha meu corpo cansado?
Quem cuida da minha roupa?
Quem me vê sempre nos sonhos?
Quem pensa que sou o rei desta pobre criação?
Quem nunca se aborrece de ouvir minha voz?
Quem paga meu cinema, seja de dia ou de noite?
Quem calça meus sapatos e acha meus pés tão lindos?
Eu mesmo."
"A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades."
"Diga-me com quem andas e dir-te-ei [que língua, a nossa!] quem és. Pois é: Judas andava com Cristo. Cristo andava com Judas"
"O capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O socialismo é o contrário."
"Sim, do mundo nada se leva. Mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus."
"Não ter vaidades é a maior de todas."
Bom, era só isso mesmo. Vou pensar em algo decente para postar da próxima vez, prometo a vocês. Talvez alguma composição minha. Enfim, até a próxima :*
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Algo...
Bom, li isso n'algum lugar e trouxe para vocês. Digam-me o que acharam:
Esclarecimentos ao alheio
"Não sou quem você gostaria,
não seria e nunca serei
sou rei de meu próprio castelo
O belo pra mim é a lei.
E que beleza é a loucura,
a cura p'ra normalidade!
Sanidade pra mim é um crime,
é irmos contra a vontade
Não sou quem você gostaria,
teria muito que mudar!
Sentar e obedecer calado
às leis que alguém ditar.
Não quero ser só mais um,
algum dos que só viveu,
viver é algo qualquer
perto do sentir que sou eu..."
Bom, por hoje é só. Como as aulas começaram vai ser bem complicado para mim postar aqui; a frequência dos posts vai cair bastante. Mas por favor, não deixem de frequentar o meu blog, ok?
Até a próxima :*
Esclarecimentos ao alheio
"Não sou quem você gostaria,
não seria e nunca serei
sou rei de meu próprio castelo
O belo pra mim é a lei.
E que beleza é a loucura,
a cura p'ra normalidade!
Sanidade pra mim é um crime,
é irmos contra a vontade
Não sou quem você gostaria,
teria muito que mudar!
Sentar e obedecer calado
às leis que alguém ditar.
Não quero ser só mais um,
algum dos que só viveu,
viver é algo qualquer
perto do sentir que sou eu..."
Bom, por hoje é só. Como as aulas começaram vai ser bem complicado para mim postar aqui; a frequência dos posts vai cair bastante. Mas por favor, não deixem de frequentar o meu blog, ok?
Até a próxima :*
sábado, 31 de julho de 2010
Chapeuzinho Vermelho
Achei esse texto de Millôr Fernandes na internet e achei muito interessante, trouxe pra vocês:
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez (admitindo-se aqui o tempo como uma realidade palpável, estranho, portanto, à fantasia da história) uma menina, linda e um pouco tola, que se chamava Chapeuzinho Vermelho. (Esses nomes que se usam em substituição do nome próprio chamam-se alcunha ou vulgo). Chapeuzinho Vermelho costumava passear no bosque, colhendo Sinantias, monstruosidade botânica que consiste na soldadura anômala de duas flores vizinhas pelos invólucros ou pelos pecíolos, Mucambés ou Muçambas, planta medicinal da família das Caparidáceas, e brincando aqui e ali com uma Jurueba, da família dos Psitacídeos, que vivem em regiões justafluviais, ou seja, à margem dos rios. Chapeuzinho Vermelho andava, pois, na Floresta, quando lhe aparece um lobo, animal selvagem carnívoro do gênero cão e... (Um parêntesis para os nossos pequenos leitores — o lobo era, presumivelmente, uma figura inexistente criada pelo cérebro superexcitado de Chapeuzinho Vermelho. Tendo que andar na floresta sozinha, - natural seria que, volta e meia, sentindo-se indefesa, tivesse alucinações semelhantes.).
Chapeuzinho Vermelho foi detida pelo lobo que lhe disse: (Outro parêntesis; os animais jamais falaram. Fica explicado aqui que isso é um recurso de fantasia do autor e que o Lobo encarna os sentimentos cruéis do Homem. Esse princípio animista é ascentralíssimo e está em todo o folclore universal.) Disse o Lobo: "Onde vais, linda menina?" Respondeu Chapeuzinho Vermelho: "Vou levar estes doces à minha avozinha que está doente. Atravessarei dunas, montes, cabos, istmos e outros acidentes geográficos e deverei chegar lá às treze e trinta e cinco, ou seja, a uma hora e trinta e cinco minutos da tarde".
Ouvindo isso o Lobo saiu correndo, estimulado por desejos reprimidos (Freud: "Psychopathology Of Everiday Life", The Modern Library Inc. N.Y.). Chegando na casa da avozinha ele engoliu-a de uma vez — o que, segundo o conceito materialista de Marx indica uma intenção crítica do autor, estando oculta aí a idéia do capitalismo devorando o proletariado — e ficou esperando, deitado na cama, fantasiado com a roupa da avó.
Passaram-se quinze minutos (diagrama explicando o funcionamento do relógio e seu processo evolutivo através da História). Chapeuzinho Vermelho chegou e não percebeu que o lobo não era sua avó, porque sofria de astigmatismo convergente, que é uma perturbação visual oriunda da curvatura da córnea. Nem percebeu que a voz não era a da avó, porque sofria de Otite, inflamação do ouvido, nem reconheceu nas suas palavras, palavras cheias de má-fé masculina, porque afinal, eis o que ela era mesmo: esquizofrênica, débil mental e paranóica pequenas doenças que dão no cérebro, parte-súpero-anterior do encéfalo. (A tentativa muito comum da mulher ignorar a transformação do Homem é profusamente estudada por Kinsey em "Sexual Behavior in the Human Female". W. B. Saunders Company, Publishers.) Mas, para salvação de Chapeuzinho Vermelho, apareceram os lenhadores, mataram cuidadosamente o Lobo, depois de verificar a localização da avó através da Roentgenfotografia. E Chapeuzinho Vermelho viveu tranqüila 57 anos, que é a média da vida humana segundo Maltus, Thomas Robert, economista inglês nascido em 1766, em Rookew, pequena propriedade de seu pai, que foi grande amigo de Rousseau.
Extraído do livro "Lições de Um Ignorante", José Álvaro Editor - Rio de Janeiro, 1967, pág. 31
Enfim, comentem e continuem acompanhando o Aspargo Mutante. Críticas, elogios, sugestões, todos bem-vindos.
Até a próxima :*
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez (admitindo-se aqui o tempo como uma realidade palpável, estranho, portanto, à fantasia da história) uma menina, linda e um pouco tola, que se chamava Chapeuzinho Vermelho. (Esses nomes que se usam em substituição do nome próprio chamam-se alcunha ou vulgo). Chapeuzinho Vermelho costumava passear no bosque, colhendo Sinantias, monstruosidade botânica que consiste na soldadura anômala de duas flores vizinhas pelos invólucros ou pelos pecíolos, Mucambés ou Muçambas, planta medicinal da família das Caparidáceas, e brincando aqui e ali com uma Jurueba, da família dos Psitacídeos, que vivem em regiões justafluviais, ou seja, à margem dos rios. Chapeuzinho Vermelho andava, pois, na Floresta, quando lhe aparece um lobo, animal selvagem carnívoro do gênero cão e... (Um parêntesis para os nossos pequenos leitores — o lobo era, presumivelmente, uma figura inexistente criada pelo cérebro superexcitado de Chapeuzinho Vermelho. Tendo que andar na floresta sozinha, - natural seria que, volta e meia, sentindo-se indefesa, tivesse alucinações semelhantes.).
Chapeuzinho Vermelho foi detida pelo lobo que lhe disse: (Outro parêntesis; os animais jamais falaram. Fica explicado aqui que isso é um recurso de fantasia do autor e que o Lobo encarna os sentimentos cruéis do Homem. Esse princípio animista é ascentralíssimo e está em todo o folclore universal.) Disse o Lobo: "Onde vais, linda menina?" Respondeu Chapeuzinho Vermelho: "Vou levar estes doces à minha avozinha que está doente. Atravessarei dunas, montes, cabos, istmos e outros acidentes geográficos e deverei chegar lá às treze e trinta e cinco, ou seja, a uma hora e trinta e cinco minutos da tarde".
Ouvindo isso o Lobo saiu correndo, estimulado por desejos reprimidos (Freud: "Psychopathology Of Everiday Life", The Modern Library Inc. N.Y.). Chegando na casa da avozinha ele engoliu-a de uma vez — o que, segundo o conceito materialista de Marx indica uma intenção crítica do autor, estando oculta aí a idéia do capitalismo devorando o proletariado — e ficou esperando, deitado na cama, fantasiado com a roupa da avó.
Passaram-se quinze minutos (diagrama explicando o funcionamento do relógio e seu processo evolutivo através da História). Chapeuzinho Vermelho chegou e não percebeu que o lobo não era sua avó, porque sofria de astigmatismo convergente, que é uma perturbação visual oriunda da curvatura da córnea. Nem percebeu que a voz não era a da avó, porque sofria de Otite, inflamação do ouvido, nem reconheceu nas suas palavras, palavras cheias de má-fé masculina, porque afinal, eis o que ela era mesmo: esquizofrênica, débil mental e paranóica pequenas doenças que dão no cérebro, parte-súpero-anterior do encéfalo. (A tentativa muito comum da mulher ignorar a transformação do Homem é profusamente estudada por Kinsey em "Sexual Behavior in the Human Female". W. B. Saunders Company, Publishers.) Mas, para salvação de Chapeuzinho Vermelho, apareceram os lenhadores, mataram cuidadosamente o Lobo, depois de verificar a localização da avó através da Roentgenfotografia. E Chapeuzinho Vermelho viveu tranqüila 57 anos, que é a média da vida humana segundo Maltus, Thomas Robert, economista inglês nascido em 1766, em Rookew, pequena propriedade de seu pai, que foi grande amigo de Rousseau.
Extraído do livro "Lições de Um Ignorante", José Álvaro Editor - Rio de Janeiro, 1967, pág. 31
Enfim, comentem e continuem acompanhando o Aspargo Mutante. Críticas, elogios, sugestões, todos bem-vindos.
Até a próxima :*
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Minha cueca branca
Bom, numa súbita inspiração compus uma poesia épica ultra-romântica. Gostaria que vissem como ficou. Mais ou menos assim:
Minha cueca branca preferida
"Minha cueca branca preferida,
ah, Minha melhor cueca branca,
comigo nos melhores da vida,
minha cueca chamada Bianca.
O nome Bianca me veio à mente
d'algum lugar lá de cima,
Surgiu assim de repente
e pus-la aqui por que rima
Se achares cueca tão boa
venha logo a mim
pois vou querer vê-la
A minha até café coa
e uma cueca assim
tu nunca vais tê-la."
Uma obra de arte, não? *---*
Bem, comentem! :*
(Sim, talvez o blog esteja em fase de decadência...)
Minha cueca branca preferida
"Minha cueca branca preferida,
ah, Minha melhor cueca branca,
comigo nos melhores da vida,
minha cueca chamada Bianca.
O nome Bianca me veio à mente
d'algum lugar lá de cima,
Surgiu assim de repente
e pus-la aqui por que rima
Se achares cueca tão boa
venha logo a mim
pois vou querer vê-la
A minha até café coa
e uma cueca assim
tu nunca vais tê-la."
Uma obra de arte, não? *---*
Bem, comentem! :*
(Sim, talvez o blog esteja em fase de decadência...)
domingo, 25 de julho de 2010
Filmes e programas na TV, Cine e Restart
Semana passada assisti todos os dias ao Programa do Jô, Inter Cine e em seguida ao Corujão. São as únicas coisas que assisto na Globo. A maioria dos filmes do InterCine são bons e os do Corujão são melhores ainda. O único problema é que ambos passam muito tarde na TV e isso me faz perceber como tudo que é bom sempre está inacessível de alguma forma. Filmes como "Homens de honra", "Shout" e "Ou tudo, ou nada" nunca passarão na sessão da tarde. Na sessão da tarde sempre passam aqueles filmes cheeeeios de clichê, muitas vezes mal-feitos ou mal-dublados. Sessão da tarde é a hora de reassistir a filmes que já passaram no mínimo umas cinco vezes; você ainda aguenta assistir "A lagoa azul"? Muito raramente eles passam algo de qualidade na sessão da tarde. [ Recomendo, além dos filmes que citei antes, "Minha vida de cachorro", que pelo nome parece filme de sessão da tarde, mas é muito bom, é um filme sueco. "À espera de um milagre" também é uma boa pedida. "A laranja mecânica" é bem violento e psicodélico, muito impactante, apesar de ser um filme dos anos 70. ]
Outra coisa com a qual eu fico perplexo é o programa Zorra Total. O programa, na minha opinião, é MUITO ruim. Não vejo a mínima graça naquilo. Eles se enchem de bordões, de uma coisa muito paspalhona, acho de péssima qualidade. O interessante é que lá dentro tem muita gente de talento! O Marcius Melhem e o Leandro Hassum (Aqueles que eram seguranças e passaram a fazer o programa dominical "Os caras-de-pau"), por exemplo, fazem um dos melhores stand up comedy que eu já vi, o "NNF - Nóis Na Fita". Katiuscia Canoro também é ótima fora do Zorra. Sabem aquele quadro das criacinhas brincando no sofá, os pais do lado, e tal? Bom, o Marcos Veras faz uma das crianças, ele também tem um stand up comedy genial, o "Falando a Veras". Eles deveriam investir numa tentativa de deixar o programa com um humor um pouco mais inteligente. Quem puder, procura no youtube "NNF" ou "Marcos Veras".
Diferente do que você deve ter pensado, não vou criticar Cine e Restart. Na verdade meio que venho defender. Sempre ouço muita gente falar "Ah, odeio Cine" ou "Ah, odeio Restart", "odeio bandinhas coloridas" dizendo que é modinha, whatever. Tenho quase certeza como muita gente que fala isso nem mesmo parou pra ouvir essas duas bandas. Todo mundo se acostumou a simplesmente criticar porque os outros criticam. De certa forma virou modinha criticar "bandinhas coloridas". Parem um pouco pra pensar antes de criticar; procurem conhecer o que criticam senão vocês não terão a mínima autoridade para criticar, Capito?
Até a próxima, comentem; Críticas (construtivas) são bem-vindas e Elogios mais ainda. Fino alla prossima :*
Outra coisa com a qual eu fico perplexo é o programa Zorra Total. O programa, na minha opinião, é MUITO ruim. Não vejo a mínima graça naquilo. Eles se enchem de bordões, de uma coisa muito paspalhona, acho de péssima qualidade. O interessante é que lá dentro tem muita gente de talento! O Marcius Melhem e o Leandro Hassum (Aqueles que eram seguranças e passaram a fazer o programa dominical "Os caras-de-pau"), por exemplo, fazem um dos melhores stand up comedy que eu já vi, o "NNF - Nóis Na Fita". Katiuscia Canoro também é ótima fora do Zorra. Sabem aquele quadro das criacinhas brincando no sofá, os pais do lado, e tal? Bom, o Marcos Veras faz uma das crianças, ele também tem um stand up comedy genial, o "Falando a Veras". Eles deveriam investir numa tentativa de deixar o programa com um humor um pouco mais inteligente. Quem puder, procura no youtube "NNF" ou "Marcos Veras".
Diferente do que você deve ter pensado, não vou criticar Cine e Restart. Na verdade meio que venho defender. Sempre ouço muita gente falar "Ah, odeio Cine" ou "Ah, odeio Restart", "odeio bandinhas coloridas" dizendo que é modinha, whatever. Tenho quase certeza como muita gente que fala isso nem mesmo parou pra ouvir essas duas bandas. Todo mundo se acostumou a simplesmente criticar porque os outros criticam. De certa forma virou modinha criticar "bandinhas coloridas". Parem um pouco pra pensar antes de criticar; procurem conhecer o que criticam senão vocês não terão a mínima autoridade para criticar, Capito?
Até a próxima, comentem; Críticas (construtivas) são bem-vindas e Elogios mais ainda. Fino alla prossima :*
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Aperte 1 para o botão, 2 para o outro botão, e 3 para ler isso aqui.
Alô meus bolinhos de arroz fedorentos *-* Laex hta sensual do bairro chegou \o/ (demonstrem felicidade ok?) Esse post vai ser mini porque eu só quero mostrar um site legal pra vocês. Uma amiga minha me enviou um recado no orkut que continha um botão, daí quando apertei foi muito lindo mano *o* Existem vários botões no site. Vou passar pra vocês. Se chama Botãoteca. Super tri. Eles emitem sons. Euri.
Taí ó : http://www.botaoteca.com.br/
Beijo não liga.
Taí ó : http://www.botaoteca.com.br/
Beijo não liga.
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